O CEREST/Ubá - Centro de Referência em Saúde do Trabalhador de Ubá foi habilitado pela Portaria N° 72, de 20 de agosto de 2008, para realizar os procedimentos previstos na Portaria N°. 2.728, de 11 de novembro de 2009.

O CEREST/Ubá está habilitado para atender os vinte municípios desta Microrregião.

CEREST/UBÁ

"Representa a conquista de direitos da Saúde do Usuário, em especial dos Trabalhadores"


ÁREA DE ABRANGÊNCIA DO CEREST/UBÁ-MG

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sexta-feira, 8 de março de 2013

Especial Dia Internacional da Mulher - 2

Mulheres deixam estereótipos de lado na hora de escolher profissão



As mulheres completam 81 anos do direito de votar agora em 2013, mas as conquistas que podem ser comemoradas neste Dia Internacional da Mulher vão muito além. A cada ano, elas se firmam em profissões que antes eram tidas apenas como masculinas e mostram que não é preciso deixar a delicadeza e a vaidade de lado para exercer essas funções. É preciso, como em tudo, se dedicar e gostar do que faz.

Em uma fábrica de móveis de madeira na Região Metropolitana do Recife (RMR), nove dos 42 funcionários são mulheres, sendo que seis delas trabalham diretamente na linha de produção - há um ano, havia apenas uma funcionária. O aumento do número de mulheres é justificado. “Homem muda muito, as mulheres são mais estáveis na função. São mais focadas também, os rapazes querem ir ao banheiro e conversar toda hora. Acho que vamos começar a ter mais mulheres do que homens”, pondera o diretor da fábrica, Henrique Revoredo.

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Dividindo-se entre cuidar dos filhos e o trabalho com a madeira, a auxiliar de produção Cristiane Ferrer diz ter se encontrado na atual função - estava trabalhando em um lava-jato quando surgiu a oportunidade. "Eu sempre fui 'jeitosa' com as coisas em casa, adoro trabalhar com madeira", conta Cristiane, que fez questão de tirar a touca que protege o cabelo durante o trabalho na hora da foto. "Com touca não dá, fica feio", afirma.
Também trabalhando na linha de produção, Geane Sheila acredita que não há diferença entre homens e mulheres. "O importante mesmo é a gente fazer o que gosta, aproveitar as oportunidades que aparecem", afirma Geane. "Elas dão muito menos dor de cabeça, são mais cuidadosas. A gente vê que elas têm um carinho com a madeira que os homens não têm", defende o gerente da fábrica, Petrúcio Luiz Filho.


Foi por buscar fazer o que gostava que Severina Pessoa foi trabalhar como mecânica de automóveis. "Eu sempre gostei de carros. Estava trabalhando revendendo veículos quando um quebrou na minha mão, no meio da estrada para Pombos, e tive que consertar", lembra Severina. Depois disso, ela resolveu montar uma oficina, que funciona desde 1989, próximo a um terminal de ônibus, em Jaboatão dos Guararapes, na RMR. "Meu marido olhou para mim, sem acreditar, mas sempre me apoiou", conta, orgulhosa.

O caminho não foi fácil, muitas pessoas desconfiaram da capacidade de Severina em consertar um carro, mas a mecânica não guarda mágoa, apenas histórias com as quais se diverte. "Chegava gente e logo perguntava se não tinha um homem. Eu dizia que tinha, já vinha. Aí olhava o carro, falava qual era o problema e saía. A pessoa ficava só olhando, desconfiada", relembra, bem humorada.
Prestes a completar 60 anos, Severina não quer saber de parar de trabalhar, nem de divisão entre homens e mulheres nos trabalhos. "Não tem essa de trabalho de homem e de mulher. O que tem é você gostar. Eu mesma só ensino o trabalho a quem gosta", avisa a mecânica, que já tem a filha, Tatiana, trabalhando junto de si. "Quando eu me for, vai continuar tudo igual aqui, já que ela vai assumir", ri Severina.
Tanta dedicação da mãe é sinônimo de motivação para a filha, que desde pequena circula pela oficina. "Minha mãe é uma batalhadora, muito forte. Ela é uma inspiração, tem muita gente aí que não tem a força dela. Trabalhei um tempo fora, com baterias, mas voltei para trabalhar do lado dela", diz Tatiana.
Vaidosa, a matriarca faz questão de trabalhar arrumada, brinco, cordão, cabelo bem preso e batom, cuidado que a filha também tem. "Eu só não faço as unhas da mão porque o óleo do motor tira o esmalte na hora, mas tenho que estar bem arrumada", acredita. Devido ao macacão, já foi chamada de Pereirão na rua, em referência à personagem de Lília Cabral na novela "Fina Estampa'. "É divertido, levo na boa", conta.

Com três filhos criados, sendo duas mulheres, Severina lembra que é preciso se dedicar sempre ao trabalho, independentemente da profissão escolhida. "A vida foi a minha escola. Você tem que buscar conhecer bem com o que está trabalhando, não posso ver um carro que não conheço que já peço para olhar, analisar. As baterias que vendo aqui, fui na fábrica ver como eram feitas", explica Severina.

Durona
É assim que se define a professora de boxe Wha-Li Wang - "aportuguesado" para Ruilí, 41 anos. "Sou durona em casa e no trabalho", afirma. Filha de um chinês com uma japonesa, ela nasceu no Recife e conheceu seu atual marido em uma academia, aos 16 anos. "Ele era meu professor de taekwondo. 'Bateu' na hora. Um ano depois nos casamos e, no ano seguinte tive um filho", contou. Hoje, são três rebentos, dois meninos e uma menina.

Após o casamento, Wha-Li dedicou-se ao lar. Há 11 anos, resolveu voltar aos treinos, agora, de kickboxing kyokushinkaikan, uma modalidade inspirada no karatê japonês. Virou faixa preta na arte marcial. "Há três anos dou aula de boxe. Nunca senti preconceito por ser mulher nessa profissão, porque as pessoas conhecem meu trabalho e sabem que eu sei o que estou fazendo", assegura.

Entre os alunos, a maioria é homem. "A verdade é que as meninas, geralmente, não aguentam o ritmo dos treinos. E os meninos nunca faltaram o respeito comigo, porque sou séria no trabalho, faço cara de má. E, se fizerem alguma indisciplina, mando pagar 20 flexões", brinca a professora. "No começo, eu estranhei o professor ser uma mulher. A primeira aparência é que ela vai pegar mais leve, mas é o contrário. Tive que dar o braço a torcer", admite o aluno Dinarte Carvalheira.
Na hora de posar para as fotos, ela capricha na cara de brava. Depois que confere o resultado, o riso aparece: "saí com a cara gorda", "o cabelo está tão curto." Coisas de mulher, que nem um esporte "durão" é capaz de reprimir. Tanto é que, debaixo das luvas, há unhas bem pintadas de azul claro. "A gente não pode perder a feminilidade nunca", comenta.

Mesmo dando aulas de boxe, Wha-Li não abandonou os afazeres domésticos. É uma espécie de Amélia moderna. "Continuo fazendo tudo em casa, não tenho empregada. Sou perfeccionista, quero tudo do meu jeito. Também controlo de perto os meus filhos. Sou bastante autoritária. Também não podemos dar moleza aos homens, ao marido. Só não posso dar um soco nele quando tenho raiva porque ele é mais graduado que eu", explica, aos risos.

Fonte: http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/2012/03/mulheres-deixam-estereotipos-de-lado-na-hora-de-escolher-profissao.html

Na foto: Cristiane (tirada por Katherine Coutinho / G1)

quinta-feira, 7 de março de 2013

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Fecebook do CEREST Ubá

Especial Dia Internacional da Mulher - 1

         MÃES TRABALHADORAS E SEUS DIREITOS



O aleitamento materno é de fundamental importância para mãe e filho, pois além de estimula o vínculo afetivo, ainda fortalece o sistema imunológico do bebê, proporcionando um crescimento mais saudável.
Nos primeiros seis meses de vida a amamentação deve ser dedicada à criança de forma exclusiva, e somente após este período deve-se introduzir outro tipo de alimento. 
Para que isso ocorra de maneira tranquila e saudável, as mães que trabalham, visto que nos dias de hoje o mercado de trabalho é formado em grande parte por mulheres, devem procurar saber dos seus direitos, das leis que protegem a gravidez e a amamentação, para que esse momento tão importante seja resguardado. 

DIREITOS DAS MÃES TRABALHADORAS

 Atualmente, as mulheres brasileiras empregadas no mercado formal de trabalho têm vários direitos garantidos legalmente, como:
• Quatro meses de licença de maternidade remunerada. 
• Quando retornam ao emprego, têm direito a dois intervalos de 30min para amamentar o bebê, até que ele complete seis meses. 
·As empresas onde trabalham pelo menos 30 mulheres, com mais de 16 anos de idade, estão obrigadas a providenciar local adequado para o cuidado dos filhos das funcionárias durante o período de amamentação, dentro da própria empresa ou mediante convênio com instituições apropriadas.
·Dispensa de trabalho para se deslocar a consultas pré-natais pelo tempo e número de vezes necessárias e justificadas.
·Ver adaptadas as condições de trabalho para evitar a exposição a riscos.
·Ser dispensadas de prestar trabalho noturno durante 112 dias antes e depois do parto, dos quais metade antes da data do parto. A dispensa poderá, também, verificar-se durante o restante período de gravidez e durante a amamentação, mediante apresentação de atestado médico.

     
  DICAS:
·Peça alguém para levar seu bebê até seu local de trabalho para que seja amamentado.
· Veja na empresa a possibilidade de você ter horários flexíveis.
·Coloque na empresa em que trabalha sobre a importância da amamentação, que isso é fundamental para que seu filho não adoeça e você falte menos ao trabalho.


Fonte: http://www.uff.br/psienf/amamentacaoemaetrabalhadora.pdf
http://hypescience.com/22899-mae-que-trabalha-fora-dicas/

quarta-feira, 6 de março de 2013

O Acidente de Trânsito



O acidente de trânsito é uma ocorrência que afeta diretamente o cidadão, porquanto a esse são impingidos aspectos relacionados com a morte, com a incapacitação física, perdas materiais, podendo provocar sérios comprometimentos de cunho psicológico, muitas vezes de difícil superação.
Os Enfoques da Segurança:

Como forma de enfrentar tão complexa situação, são empregados três abordagens, que envolvem:
1) a educação, no sentido de instruir os usuários quanto às formas adequadas e seguras de utilização das vias públicas;
2) a engenharia, no sentido de, por um lado, prover o sistema viário de elementos tais que possibilitem a movimentação de veículos e pessoas com fluidez, conforto e segurança, e, por outro, aprimorar a segurança e desempenho dos veículos automotores; e,
3) a aplicação das leis, mormente no tocante ao código de trânsito. 


Atitudes que fazem a diferença no trânsito. Quais são os direitos e deveres de pedestres, ciclistas e motociclistas?

Direitos do pedestre:
- Usar faixas, calçadas e passarelas com segurança;
- Atravessar as vias sobre a faixa de segurança após sinalizar pedindo passagem;
- Aguardar o sinal verde nos locais onde existe semáforo de pedestre. Onde não houver semáforo de pedestre aguardar a parada de veículos;
- Concluir a travessia com segurança em caso de mudança do sinal do semáforo.

Deveres do pedestre:
- Olhar para os dois lados antes de atravessar uma via;
- Aguardar a passagem do veiculo ou que ele pare;
- Atravessar sempre em linha reta, pisando firme sem correr;
- Atravessar sempre para os dois lados;
- Olhar atentamente para os lados ao descer de um carro ou ônibus e esperar sempre que o veículo saia então para atravessar a via;
- Atravessar sempre andando na faixa de pedestre;
- Contribuir para um trânsito seguro, para a preservação do meio ambiente e para a paz no trânsito

Ao atravessar uma via, o pedestre não deve:
- Atravessá-la alcoolizado;
- Brincar ou fazer zigue-zague por entre os carros;
- Ler ou utilizar o telefone celular;
- Discutir ou conversar sem olhar para os lados;
- Atravessar a via correndo sem olhar para os lados;
- Andar olhando para trás
- Atravessar entre dois veículos que estejam estacionados;

É expressamente proibido ao pedestre:
- Permanecer ou cruzar pistas ou viadutos, pontes ou túneis salvo onde exista permissão e sinalização;
- Atravessar a via dentro das áreas de cruzamento sem sinalização;

Direitos do motociclista:
- Trafegar em vias seguras e sinalizadas, com infraestrutura adequada;
- Ter a disposição, equipamentos de segurança acessíveis e seguros, com preços baixos;
- Ter acesso a informações sobre direção defensiva;

Deveres do motociclista:
- Usar sempre e de forma correta o capacete e exigir que o seu carona ou passageiro também use;
- Utilizar sempre capacetes que tenham o selo do Inmetro e estejam de acordo com a legislação de trânsito. Capacetes pequenos chamados “coquinhos” são proibidos, porque não protegem em caso de colisão ou queda;
- Conduzir motocicleta com faróis ligados durante o dia e a noite;
- Não dirigir depois de consumir qualquer bebida alcoólica.

Como aumentar a sua proteção no trânsito e evitar acidentes?
Roupas adequadas:
- As botas protegem contra impactos e evitam que os pés permaneçam molhados por longo tempo;
- As jaquetas e calças (confeccionadas com material adequado) protegem em caso de queda e chuva;
- As luvas também protegem as mãos em caso de queda

Comportamentos, atitudes e práticas seguras:
- Manter a moto em boas condições para transitar com segurança;
- Pilotar em posição correta para assegurar um maior equilíbrio;
- Levar na garupa somente pessoas acima de 7 anos e com o capacete adequado;
- Trafegar apenas com um carona ou passageiro na moto;
- Respeitar a velocidade máxima permitida nas vias;
- Respeitar os limites de velocidade;
- Respeitar pedestres e parar antes das faixas de segurança;
- Não dirigir depois de consumir qualquer bebida alcoólica
- O uso correto do capacete reduz em 70% as lesões causadas em acidentes de trânsito.

Direitos do ciclista:
- Trafegar em vias seguras e sinalizadas, com infraestrutura adequada;
- Ter a disposição, equipamentos de segurança acessíveis e seguros, com preços baixos;
- Ter a disposição, ciclovias ou ciclofaixas;

Deveres do ciclista:
- Trafegar nas ciclovias e ciclofaixas. Onde elas não existirem, andar próximo ao meio-fio;
- Afastar-se ao máximo do fluxo de veículos quando trafegar acostamento das vias;
- Trafegar sempre no mesmo sentido dos veículos;
- Prestar atenção as curvas, cruzamentos e pontos de ônibus;
- Ter cuidado ao passar por carros estacionados: as portas podem se abrir e causar acidentes;
- Nunca pegar carona na traseira dos veículos;
- Usar roupas claras a noite, para ficar mais visível aos motoristas;
- Sinalizar suas manobras: virar à direita, à esquerda ou parar;
- Quando em grupo, seguir sempre em fila única;
- Usar capacete;
- Lembrar sempre que joelheiras, cotoveleiras e luvas reduzem o impacto e o risco de ferimentos graves e que devem ser usados;
- Utilizar adesivos reflexivos na roupa e na bicicleta;
- Não andar de bicicleta depois de consumir qualquer bebida alcoólica

Equipamentos obrigatórios para todas as bicicletas:
- Campainha;
- Espelho;
- Refletores dianteiros, traseiros e nos pedais.

terça-feira, 5 de março de 2013

Mulheres na luta contra a Violência - Belo Horizonte 2013


Saúde do Trabalhador

Estresse

O nível de estresse dos trabalhadores aumentou consideravelmente nos últimos anos. Segundo a especialista Marilda Lipp, presidente do Instituto de Psicologia e Controle do Stress, o alastramento do estresse se deve a uma mudança de valores associada ao avanço tecnológico, que estimula o trabalhador a ficar em constante estado de alerta.
“As pessoas vivem como se estivessem no meio de um furacão, sempre colocando força e energia extrema em tudo o que fazem”, explica Lipp. “Mas esse ritmo enlouquecido não está nos garantindo felicidade e bem-estar.” Por isso, as pessoas adoecem.
Existe um estresse positivo, que alerta, aumenta a adrenalina e anima. Ele ajuda na produtividade e dá asas à criatividade. Mas, se mantido por muito tempo, pode se tornar prejudicial. É perigoso ultrapassar os limites individuais e esgotar a capacidade de adaptação. Aí vem o efeito oposto: a energia mental fica reduzida, a produtividade e a capacidade de trabalho caem.
Nessa fase, além de força e vigor, o estresse frequentemente provoca taquicardia, tensão muscular, boca seca, nó no estômago, mãos frias e suadas e, em estágios mais avançados, sensações de desgaste generalizado e dificuldade de memória. A qualidade de vida piora muito. 
Reduzir os efeitos do estresse é um desafio para os trabalhadores e seus empregadores. Entre policiais e bombeiros, o índice de estresse subiu para aproximadamente 51% entre 2006 e 2011, e um dos motivos é que falta um treinamento adequado em técnicas de enfrentamento. 
Entre executivos, o índice de estresse também aumentou dramaticamente. “Há 10 anos, o percentual de executivos brasileiros com estresse era de aproximadamente 45%. Agora é de 49%”, diz Lipp, que publicou estudo sobre o assunto. Dos profissionais que trabalham em escritórios sem exercer cargos de chefia, 35% têm sinais de estresse. “A pressa se tornou uma constante, e ela estressa.”
O governo federal, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), tem subsidiado programas antiestresse e de valorização do policial e demais servidores da Segurança Pública. Mas, segundo Lipp, ainda são poucas as empresas que assumem a responsabilidade sobre o nível de estresse de seus empregados e possuem programas efetivos de prevenção. 
A especialista sugere algumas alternativas para reduzir o estresse negativo no trabalho, para empregados e empregadores: 

• Melhorar o relacionamento com colegas, chefes e subordinados;
• Controlar o estresse e a raiva; 
• Gerenciar bem o tempo de cada atividade;
• Realizar testes periódicos de estresse;
• Buscar horários flexíveis; 
• Campanhas de esclarecimento e repúdio ao assédio moral;
• Sala de relaxamento;
• Atividade física e alimentação adequada (convênios com academias e nutricionistas);
• Psicoterapia.

“Não se deve esperar o trabalhador adoecer para tratá-lo”, afirma a especialista. Para ela, melhor é equipá-lo para lidar com os fatores estressores que enfrenta do dia-a-dia e exigir dele somente aquilo que legitimamente ele pode dar.

Fontes:
Fonte da imagem: Neo Suplementos

sexta-feira, 1 de março de 2013

Fundacentro lança vídeo sobre LER/DORT

Material orienta sobre notificação compulsória e traz informações sobre esse tipo de adoecimento 

 

No dia 28 de fevereiro, celebra-se o Dia Internacional de Prevenção às LER/DORT (Lesões por Esforços Repetitivos/ Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho). A Fundacentro aproveitou a data para lançar um vídeo para orientar os profissionais da saúde a notificarem esse tipo de adoecimento no Sistema de Informação de Agravos de Notificação – SINAN.
“O objetivo é divulgar que existe um protocolo do Ministério da Saúde, que orienta a fazer a notificação, determinada pela Portaria 777 de 2004 e mantida pela Portaria 104 de 2011”, explica a médica sanitarista e pesquisadora da Fundacentro, Maria Maeno. Ela é uma das autoras do Protocolo de Complexidade Diferenciada 10 -  Dor Relacionada ao Trabalho – LER/DORT, que pode ser acessado em http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/dor_relacionada_trabalho_ler_dort.pdf .
A efetiva notificação compulsória pelo Sistema Único de Saúde permitirá ao poder público  ter um quadro mais próximo da realidade sobre os casos de LER/DORT, não só da população formal de trabalhadores, mas dos informais e funcionários públicos.  “As LER/DORT continuam sendo importantes do ponto de vista numérico e de geração de incapacidade, trazendo ônus para a sociedade”, avalia a médica.
Os trabalhadores mais atingidos pelas LER/DORT são aqueles que realizam movimentos repetitivos e são obrigados a manter certas posturas por tempo prolongado, especialmente, em linhas de montagem, frigoríficos, teleatendimento, corte de cana, caixas. Há uma relação direta com a organização do trabalho e um desgaste psíquico, tanto relacionado com a pressão e o ritmo exigido como pelo sofrimento que a doença traz. Os principais sintomas são dor, formigamento e dormência que podem atingir mãos, punhos, braços e ombros, além de fraqueza e cansaço.
Apesar de continuarem a ser as mais prevalentes dentre as doenças ocupacionais registradas, as estatísticas da Previdência Social mostram uma redução de casos de LER/DORT nos últimos anos.  A pesquisadora da Fundacentro alerta que esses dados devem ser analisados de forma mais ampla e que o problema da subnotificação persiste.
O vídeo da Fundacentro estar disponível desde o dia 28/02, no portal da instituição, na página Vídeo Web - http://www.fundacentro.gov.br/index.asp?D=VIDEOCAST&?D=CTN&C=1615&menuAberto=1605 ou no canal do YouTube  - http://www.youtube.com/fundacentrooficial . Apesar de o público alvo ser profissionais de saúde, trabalhadores em geral também podem obter informações importantes ao assisti-lo. Além de falar dos sintomas e das causas das LER/DORT, o material explica a importância do exame clínico cuidadoso e da devida notificação, para que ações de prevenção possam ser desencadeadas e os direitos dos trabalhadores sejam garantidos.

Fonte: Cristiane O. Reimberg (Gabinete da Presidência - Fundacentro)

Centro de Referência em Saúde do Trabalhador, CEREST/Ubá faz campanha preventiva da LER/DORT

 
No dia 28 de fevereiro é comemorado o Dia Internacional de Prevenção as Lesões por esforço repetitivo (LER) Distúrbios Osteomusculares relacionados ao Trabalho (DORT). Com o intuito de conscientizar a população sobre o tema, os fisioterapeutas da Secretaria Municipal de Saúde de Ubá (Abel Alves Marcelo e Geovane Elias Guidini Lima)  e do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – CEREST, Rafaela Silva Oliveira de Faria, realizaram nesta semana ações educativas nas rádios nos meios de comunicação da cidade.
Foram abordados diversos aspectos relacionados ao tema, mas principalmente a importância da prevenção da doença. Segundo o Instituto Nacional de Prevenção de LER/DORT, as doenças relacionadas ao trabalho ainda são a segunda maior causa de afastamento do trabalho no Brasil. Acometem homens e mulheres em idade produtiva e estão na maioria das vezes relacionadas à organização do trabalho, como posturas inadequadas, movimentos repetitivos, e fatores psicológicos.
Os principais sintomas da doença são: dor, desconforto, fadiga, sensação de peso ou diminuição de força, formigamento, dormência, inchaço, enrijecimento muscular e choques nos membros. Estes são de evolução lenta e insidiosa, o que leva muitos trabalhadores a procurar auxílio de um profissional especializado muito tardiamente.
Segundo a Fisioterapeuta do CEREST, Rafaela Silva Oliveira de Faria, ’é fundamental que o trabalhador, ao primeiro sintoma da doença, procure assistência especializada, evitando a evolução clínica do quadro. E, como forma de prevenção, procure identificar posturas incorretas no trabalho, observar e adequar o posto de trabalho, estabelecer pausas entre as atividades, intercalar tarefas, e realizar regularmente uma atividade física.”
A coordenadora do CEREST Ubá, Terezinha Vieira Porfírio de Souza, esclareceu qual o papel do CEREST na Região de Saúde de Ubá e como os trabalhadores poderão ser atendidos neste Serviço Especializado.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

SIPAT Hospital Santa Isabel Integrada com a COPASA de Ubá






A convite dos Técnicos em Segurança do Trabalho do Hospital Santa Isabel, Sebastião Nunes Filho e Rafaela Ponciano, o CEREST (Centro de referência em saúde do trabalhador de Ubá), representado pela fisioterapeuta Rafaela Silva Oliveira participou da Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho-SIPAT/Integrada com a COPASA de Ubá.

A SIPAT é uma semana de eventos voltados à prevenção, tanto no que diz respeito a acidentes do trabalho quanto às doenças ocupacionais. O objetivo é resgatar conceitos e valores de promoção da saúde, esquecidos pela ocupação das tarefas diárias.  Desta forma, faz-se necessário, orientações e conscientizações dos funcionários sobre a importância da prevenção de agravos a saúde relacionados ao trabalho. O CEREST contribuiu ministrando  a  palestra do dia 26 de junho de 2012, que teve como tema “Prevenção de LER/DORT no ambiente de trabalho”. Além disso, estiveram presentes no evento a coordenadora do CEREST e Referência Técnica em Saúde do Trabalhador da SMS de Ubá, Terezinha Vieira Porfírio de Souza Terezinha, e o engenheiro de segurança do CEREST, Diogo Cardoso de Oliveira.

O evento ocorreu entre os dias 25 e 29 de junho de 2012 no auditório do Hospital Santa Isabel, tendo como público alvo os trabalhadores de diferentes classes profissionais do hospital e da Copasa de Ubá, contando com aproximadamente 100 trabalhadores.