
Rua Dr. Ângelo Barleta, nº 218, Centro Ubá-MG - Fone: (32) 3539-6121 Fax: (32)3532-6636 Email:cerest@uba.mg.gov.br
O CEREST/Ubá - Centro de Referência em Saúde do Trabalhador de Ubá foi habilitado pela Portaria N° 72, de 20 de agosto de 2008, para realizar os procedimentos previstos na Portaria N°. 2.728, de 11 de novembro de 2009.
O CEREST/Ubá está habilitado para atender os vinte municípios desta Microrregião.
CEREST/UBÁ
"Representa a conquista de direitos da Saúde do Usuário, em especial dos Trabalhadores"
ÁREA DE ABRANGÊNCIA DO CEREST/UBÁ-MG
quinta-feira, 7 de março de 2013
Especial Dia Internacional da Mulher - 1
MÃES TRABALHADORAS E SEUS DIREITOS
O aleitamento materno é de fundamental
importância para mãe e filho, pois além de estimula o vínculo afetivo, ainda
fortalece o sistema imunológico do bebê, proporcionando um crescimento mais
saudável.
Nos primeiros seis meses de vida a
amamentação deve ser dedicada à criança de forma exclusiva, e somente após este
período deve-se introduzir outro tipo de alimento.
Para que isso ocorra de maneira
tranquila e saudável, as mães que trabalham, visto que nos dias de hoje o
mercado de trabalho é formado em grande parte por mulheres, devem procurar
saber dos seus direitos, das leis que protegem a gravidez e a amamentação, para
que esse momento tão importante seja resguardado.
DIREITOS DAS MÃES TRABALHADORAS
Atualmente, as mulheres
brasileiras empregadas no mercado formal de trabalho têm vários direitos
garantidos legalmente, como:
• Quatro meses de licença de
maternidade remunerada.
• Quando retornam ao emprego, têm
direito a dois intervalos de 30min para amamentar o bebê, até que ele complete
seis meses.
·As empresas onde trabalham pelo menos
30 mulheres, com mais de 16 anos de idade, estão obrigadas a providenciar local
adequado para o cuidado dos filhos das funcionárias durante o período de
amamentação, dentro da própria empresa ou mediante convênio com instituições
apropriadas.
·Dispensa de trabalho para se deslocar
a consultas pré-natais pelo tempo e número de vezes necessárias e justificadas.
·Ver adaptadas as condições de trabalho
para evitar a exposição a riscos.
·Ser dispensadas de prestar trabalho
noturno durante 112 dias antes e depois do parto, dos quais metade antes da
data do parto. A dispensa poderá, também, verificar-se durante o restante
período de gravidez e durante a amamentação, mediante apresentação de atestado
médico.
DICAS:
·Peça alguém para levar seu bebê até
seu local de trabalho para que seja amamentado.
· Veja na empresa a possibilidade
de você ter horários flexíveis.
·Coloque na empresa em que
trabalha sobre a importância da amamentação, que isso é fundamental para que
seu filho não adoeça e você falte menos ao trabalho.Fonte: http://www.uff.br/psienf/amamentacaoemaetrabalhadora.pdf
http://hypescience.com/22899-mae-que-trabalha-fora-dicas/
quarta-feira, 6 de março de 2013
O Acidente de Trânsito
O acidente de trânsito é uma ocorrência
que afeta diretamente o cidadão, porquanto a esse são impingidos aspectos
relacionados com a morte, com a incapacitação física, perdas materiais, podendo
provocar sérios comprometimentos de cunho psicológico, muitas vezes de difícil
superação.
Os Enfoques da Segurança:
Como forma de enfrentar tão complexa
situação, são empregados três abordagens, que envolvem:
1) a educação, no sentido de instruir
os usuários quanto às formas adequadas e seguras de utilização das vias
públicas;
2) a engenharia, no sentido de, por um
lado, prover o sistema viário de elementos tais que possibilitem a movimentação
de veículos e pessoas com fluidez, conforto e segurança, e, por
outro, aprimorar a segurança e desempenho dos veículos automotores; e,
3) a aplicação das leis, mormente no
tocante ao código de trânsito.
Atitudes que fazem a diferença no
trânsito. Quais são os direitos e deveres de pedestres, ciclistas e
motociclistas?
Direitos do pedestre:
- Usar faixas, calçadas e passarelas
com segurança;
- Atravessar as vias sobre a faixa de
segurança após sinalizar pedindo passagem;
- Aguardar o sinal verde nos locais
onde existe semáforo de pedestre. Onde não houver semáforo de pedestre aguardar
a parada de veículos;
- Concluir a travessia com segurança em
caso de mudança do sinal do semáforo.
Deveres do pedestre:
- Olhar para os dois lados antes de
atravessar uma via;
- Aguardar a passagem do veiculo ou que
ele pare;
- Atravessar sempre em linha reta,
pisando firme sem correr;
- Atravessar sempre para os dois lados;
- Olhar atentamente para os lados ao
descer de um carro ou ônibus e esperar sempre que o veículo saia então para
atravessar a via;
- Atravessar sempre andando na faixa de
pedestre;
- Contribuir para um trânsito seguro,
para a preservação do meio ambiente e para a paz no trânsito
Ao atravessar uma via, o pedestre não
deve:
- Atravessá-la alcoolizado;
- Brincar ou fazer zigue-zague por
entre os carros;
- Ler ou utilizar o telefone celular;
- Discutir ou conversar sem olhar para
os lados;
- Atravessar a via correndo sem olhar
para os lados;
- Andar olhando para trás
- Atravessar entre dois veículos que
estejam estacionados;
É expressamente proibido ao pedestre:
- Permanecer ou cruzar pistas ou
viadutos, pontes ou túneis salvo onde exista permissão e sinalização;
- Atravessar a via dentro das áreas de
cruzamento sem sinalização;
Direitos do motociclista:
- Trafegar em vias seguras e
sinalizadas, com infraestrutura adequada;
- Ter a disposição, equipamentos de
segurança acessíveis e seguros, com preços baixos;
- Ter acesso a informações sobre
direção defensiva;
Deveres do motociclista:
- Usar sempre e de forma correta o
capacete e exigir que o seu carona ou passageiro também use;
- Utilizar sempre capacetes que tenham
o selo do Inmetro e estejam de acordo com a legislação de trânsito. Capacetes
pequenos chamados “coquinhos” são proibidos, porque não protegem em caso de
colisão ou queda;
- Conduzir motocicleta com faróis
ligados durante o dia e a noite;
- Não dirigir depois de consumir
qualquer bebida alcoólica.
Como aumentar a sua proteção no
trânsito e evitar acidentes?
Roupas adequadas:
- As botas protegem contra impactos e
evitam que os pés permaneçam molhados por longo tempo;
- As jaquetas e calças (confeccionadas
com material adequado) protegem em caso de queda e chuva;
- As luvas também protegem as mãos em
caso de queda
Comportamentos, atitudes e práticas
seguras:
- Manter a moto em boas condições para
transitar com segurança;
- Pilotar em posição correta para
assegurar um maior equilíbrio;
- Levar na garupa somente pessoas acima
de 7 anos e com o capacete adequado;
- Trafegar apenas com um carona ou
passageiro na moto;
- Respeitar a velocidade máxima
permitida nas vias;
- Respeitar os limites de velocidade;
- Respeitar pedestres e parar antes das
faixas de segurança;
- Não dirigir depois de consumir
qualquer bebida alcoólica
- O uso correto do capacete reduz em
70% as lesões causadas em acidentes de trânsito.
Direitos do ciclista:
- Trafegar em vias seguras e
sinalizadas, com infraestrutura adequada;
- Ter a disposição, equipamentos de
segurança acessíveis e seguros, com preços baixos;
- Ter a disposição, ciclovias ou
ciclofaixas;
Deveres do ciclista:
- Trafegar nas ciclovias e ciclofaixas.
Onde elas não existirem, andar próximo ao meio-fio;
- Afastar-se ao máximo do fluxo de
veículos quando trafegar acostamento das vias;
- Trafegar sempre no mesmo sentido dos
veículos;
- Prestar atenção as curvas,
cruzamentos e pontos de ônibus;
- Ter cuidado ao passar por carros
estacionados: as portas podem se abrir e causar acidentes;
- Nunca pegar carona na traseira dos
veículos;
- Usar roupas claras a noite, para
ficar mais visível aos motoristas;
- Sinalizar suas manobras: virar à
direita, à esquerda ou parar;
- Quando em grupo, seguir sempre em
fila única;
- Usar capacete;
- Lembrar sempre que joelheiras,
cotoveleiras e luvas reduzem o impacto e o risco de ferimentos graves e que
devem ser usados;
- Utilizar adesivos reflexivos na roupa
e na bicicleta;
- Não andar de bicicleta depois de
consumir qualquer bebida alcoólica
Equipamentos obrigatórios para todas as
bicicletas:
- Campainha;
- Espelho;
- Refletores dianteiros, traseiros e nos pedais.
terça-feira, 5 de março de 2013
Saúde do Trabalhador
Estresse
O nível de estresse dos trabalhadores aumentou
consideravelmente nos últimos anos. Segundo a especialista Marilda Lipp,
presidente do Instituto de Psicologia e Controle do Stress, o alastramento do
estresse se deve a uma mudança de valores associada ao avanço tecnológico, que
estimula o trabalhador a ficar em constante estado de alerta.
“As pessoas vivem como se estivessem no meio de um
furacão, sempre colocando força e energia extrema em tudo o que fazem”, explica
Lipp. “Mas esse ritmo enlouquecido não está nos garantindo felicidade e
bem-estar.” Por isso, as pessoas adoecem.
Existe um estresse positivo, que alerta, aumenta a
adrenalina e anima. Ele ajuda na produtividade e dá asas à criatividade. Mas,
se mantido por muito tempo, pode se tornar prejudicial. É perigoso ultrapassar
os limites individuais e esgotar a capacidade de adaptação. Aí vem o efeito
oposto: a energia mental fica reduzida, a produtividade e a capacidade de
trabalho caem.
Nessa fase, além de força e vigor, o estresse
frequentemente provoca taquicardia, tensão muscular, boca seca, nó no estômago,
mãos frias e suadas e, em estágios mais avançados, sensações de desgaste
generalizado e dificuldade de memória. A qualidade de vida piora muito.
Reduzir os efeitos do estresse é um desafio para os
trabalhadores e seus empregadores. Entre policiais e bombeiros, o índice de
estresse subiu para aproximadamente 51% entre 2006 e 2011, e um dos motivos é
que falta um treinamento adequado em técnicas de enfrentamento.
Entre executivos, o índice de estresse também
aumentou dramaticamente. “Há 10 anos, o percentual de executivos brasileiros
com estresse era de aproximadamente 45%. Agora é de 49%”, diz Lipp, que
publicou estudo sobre o assunto. Dos profissionais que trabalham em escritórios
sem exercer cargos de chefia, 35% têm sinais de estresse. “A pressa se tornou
uma constante, e ela estressa.”
O governo federal, por meio da Secretaria Nacional
de Segurança Pública (SENASP), tem subsidiado programas antiestresse e de
valorização do policial e demais servidores da Segurança Pública. Mas, segundo
Lipp, ainda são poucas as empresas que assumem a responsabilidade sobre o nível
de estresse de seus empregados e possuem programas efetivos de prevenção.
A especialista sugere algumas alternativas para
reduzir o estresse negativo no trabalho, para empregados e empregadores:
• Melhorar o relacionamento com colegas,
chefes e subordinados;
• Controlar o estresse e a raiva;
• Gerenciar bem o tempo de cada atividade;
• Realizar testes periódicos de estresse;
• Buscar horários flexíveis;
• Campanhas de esclarecimento e repúdio ao
assédio moral;
• Sala de relaxamento;
• Atividade física e alimentação adequada
(convênios com academias e nutricionistas);
• Psicoterapia.
“Não se deve esperar o trabalhador adoecer para
tratá-lo”, afirma a especialista. Para ela, melhor é equipá-lo para lidar com
os fatores estressores que enfrenta do dia-a-dia e exigir dele somente aquilo que
legitimamente ele pode dar.
Fontes:
Fonte da imagem: Neo Suplementos
sexta-feira, 1 de março de 2013
Fundacentro lança vídeo sobre LER/DORT
Material orienta sobre notificação compulsória e traz informações sobre esse tipo de adoecimento
No dia 28 de fevereiro,
celebra-se o Dia Internacional de Prevenção às LER/DORT (Lesões por Esforços
Repetitivos/ Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho). A Fundacentro aproveitou a data
para lançar um vídeo para orientar os profissionais da saúde a notificarem esse
tipo de adoecimento no Sistema de Informação de Agravos de
Notificação – SINAN.
“O objetivo é divulgar que existe
um protocolo do Ministério da Saúde, que orienta a fazer a notificação, determinada
pela
Portaria 777 de 2004 e mantida pela Portaria 104 de 2011”, explica a
médica sanitarista e pesquisadora da Fundacentro, Maria Maeno. Ela é
uma das autoras do Protocolo de Complexidade Diferenciada 10 - Dor
Relacionada ao Trabalho – LER/DORT, que pode ser acessado em http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/dor_relacionada_trabalho_ler_dort.pdf .
A
efetiva notificação compulsória pelo Sistema Único de Saúde permitirá ao poder
público ter um quadro mais próximo da realidade sobre os casos de
LER/DORT, não só da população formal de trabalhadores, mas dos informais e
funcionários públicos. “As LER/DORT continuam sendo
importantes do ponto de vista numérico e de geração de incapacidade, trazendo
ônus para a sociedade”, avalia a médica.
Os trabalhadores mais atingidos pelas LER/DORT são aqueles que realizam movimentos
repetitivos e são obrigados a manter certas posturas por tempo prolongado,
especialmente, em linhas de montagem, frigoríficos, teleatendimento, corte de
cana, caixas. Há uma relação direta com a organização do
trabalho e um desgaste psíquico, tanto relacionado com a pressão e o ritmo
exigido como pelo sofrimento que a doença traz. Os principais sintomas são dor,
formigamento e dormência que podem atingir mãos, punhos, braços e ombros, além
de fraqueza e cansaço.
Apesar
de continuarem a ser as mais prevalentes dentre as doenças ocupacionais
registradas, as estatísticas da Previdência Social mostram uma redução de casos
de LER/DORT nos últimos anos. A pesquisadora da Fundacentro alerta que
esses dados devem ser analisados de forma mais ampla e que o problema da
subnotificação persiste.
O vídeo da Fundacentro estar disponível desde o dia 28/02, no portal da
instituição, na página Vídeo Web - http://www.fundacentro.gov.br/index.asp?D=VIDEOCAST&?D=CTN&C=1615&menuAberto=1605 ou no canal do YouTube - http://www.youtube.com/fundacentrooficial
. Apesar de o público alvo ser profissionais de saúde,
trabalhadores em geral também podem obter informações importantes ao
assisti-lo. Além de falar dos sintomas e das causas das LER/DORT, o
material explica a importância do exame clínico cuidadoso e da devida
notificação, para que ações de prevenção possam ser desencadeadas e os direitos
dos trabalhadores sejam garantidos.
Fonte: Cristiane O. Reimberg (Gabinete da Presidência - Fundacentro)
Centro de Referência em Saúde do Trabalhador, CEREST/Ubá faz campanha preventiva da LER/DORT
No dia 28 de fevereiro é comemorado o Dia Internacional de Prevenção as
Lesões por esforço repetitivo (LER) Distúrbios Osteomusculares
relacionados ao Trabalho (DORT). Com o intuito de conscientizar a população sobre
o tema, os fisioterapeutas da Secretaria Municipal de Saúde de Ubá
(Abel Alves Marcelo e Geovane Elias Guidini Lima) e do Centro de
Referência em Saúde do Trabalhador – CEREST, Rafaela Silva Oliveira de
Faria, realizaram nesta semana ações educativas nas rádios nos meios de
comunicação da cidade.
Foram abordados diversos aspectos relacionados ao tema, mas
principalmente a importância da prevenção da doença. Segundo o Instituto
Nacional de Prevenção de LER/DORT, as doenças relacionadas ao trabalho
ainda são a segunda maior causa de afastamento do trabalho no Brasil.
Acometem homens e mulheres em idade produtiva e estão na maioria das
vezes relacionadas à organização do trabalho, como posturas inadequadas,
movimentos repetitivos, e fatores psicológicos.
Os principais sintomas da doença são: dor, desconforto, fadiga,
sensação de peso ou diminuição de força, formigamento, dormência,
inchaço, enrijecimento muscular e choques nos membros. Estes são de
evolução lenta e insidiosa, o que leva muitos trabalhadores a procurar
auxílio de um profissional especializado muito tardiamente.
Segundo a Fisioterapeuta do CEREST, Rafaela Silva Oliveira de Faria, ’é
fundamental que o trabalhador, ao primeiro sintoma da doença, procure
assistência especializada, evitando a evolução clínica do quadro. E,
como forma de prevenção, procure identificar posturas incorretas no
trabalho, observar e adequar o posto de trabalho, estabelecer pausas
entre as atividades, intercalar tarefas, e realizar regularmente uma
atividade física.”
A coordenadora do CEREST Ubá, Terezinha Vieira Porfírio de Souza,
esclareceu qual o papel do CEREST na Região de Saúde de Ubá e como os
trabalhadores poderão ser atendidos neste Serviço Especializado.
sexta-feira, 29 de junho de 2012
SIPAT Hospital Santa Isabel Integrada com a COPASA de Ubá
A
convite dos Técnicos em Segurança do Trabalho do Hospital Santa Isabel, Sebastião
Nunes Filho e Rafaela Ponciano, o
CEREST (Centro de referência em saúde do trabalhador de Ubá), representado pela
fisioterapeuta Rafaela Silva Oliveira participou
da Semana Interna de Prevenção de Acidentes do
Trabalho-SIPAT/Integrada com a COPASA de Ubá.
O
evento ocorreu entre os dias 25 e
29 de junho de 2012 no auditório do Hospital Santa Isabel, tendo como público
alvo os trabalhadores de diferentes classes profissionais do hospital e da
Copasa de Ubá, contando com aproximadamente 100 trabalhadores.
terça-feira, 12 de junho de 2012
quarta-feira, 30 de maio de 2012
CEREST/Ubá realiza palestra para enfermeiros no HSVP
Em comemoração à Semana da Enfermagem (08 a15 de maio 2012), a Prefeitura de Ubá promoveu o Seminário sobre a Importância da Prevenção de Acidentes de Trabalho e dos Agravos à Saúde do Trabalhador de Notificação Compulsória, através do CEREST (Centro de Referência em Saúde do Trabalhador/Ubá). O evento aconteceu no Hospital São Vicente de Paulo (HSVP), visando informar e conscientizar os trabalhadores da Saúde de Ubá, quanto à importância de trabalhar com segurança, prevenção e saúde.
“O Seminário teve como objetivo difundir o conhecimento especializado a respeito das causas, conseqüências e medidas preventivas concretas, a fim de subsidiar a implementação de uma política pública permanente voltada à promoção da saúde e da segurança no trabalho”, informou a referência técnica em Saúde do Trabalhador do CEREST/Ubá Terezinha Vieira Porfírio de Souza.
Abrindo a programação, a enfermeira Terezinha falou acerca da “Atuação do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador de Ubá (CEREST/Ubá)”; Alessandra da Silva Condé, Técnica de Enfermagem – CEREST/UBÁ esclareceu sobre a “Importância das Notificações Compulsórias relacionadas à Saúde do Trabalhador”.
Posteriormente, foi transmitido aos ouvintes um vídeo denominado “Hospital Doente” demonstrando os riscos que os profissionais da saúde que atuam no ambiente hospitalar estão sujeitos na rotina diária. Através deste, introduziu-se a palestra da Enfermeira – Coordenadora do Setor de Epidemiologia VEA/SMS/Ubá, Simone Maria Pedro falou sobre “Recomendações para Risco de exposição a materiais biológicos e Pérfuro-cortante no ambiente Hospitalar”. Rafaela Silva Oliveira, Fisioterapeuta – CEREST/Ubá proferiu sobre “Prevenção de LER/DORT no Ambiente de Trabalho”; e finalizando, Adriano Avelino Ribeiro, Fonoaudiólogo – CEREST/Ubá, sobre “A Importância da Comunicação do Profissional no Serviço de Saúde”.
Márcia Valéria dos Santos, Técnica de Enfermagem relatou "Gostei muito quando sugeriram fazer uma ligação para o paciente de alta e também para antes de entrarmos em campo observar se estamos aptos a trabalhar, principalmente se nossas roupas estão adequadas"; e Íris Maria de Moura, Auxiliar de Enfermagem, destacou "Eu acho muito importante estes tipos de palestras; gostei dos depoimentos e da importância de redobramos os cuidados para evitarmos os acidentes no trabalho."
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