O CEREST/Ubá - Centro de Referência em Saúde do Trabalhador de Ubá foi habilitado pela Portaria N° 72, de 20 de agosto de 2008, para realizar os procedimentos previstos na Portaria N°. 2.728, de 11 de novembro de 2009.

O CEREST/Ubá está habilitado para atender os vinte municípios desta Microrregião.

CEREST/UBÁ

"Representa a conquista de direitos da Saúde do Usuário, em especial dos Trabalhadores"


ÁREA DE ABRANGÊNCIA DO CEREST/UBÁ-MG

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quinta-feira, 14 de março de 2013

Cálculo renal é mais frequente no verão


Falta de hidratação adequada e transpiração são os vilões da saúde dos rins


A incidência de cálculo renal aumenta até 20% nessa época do ano, segundo dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), e o motivo é simples. Com a temperatura em elevação, é normal transpirarmos mais. A ingestão de água, no entanto, nem sempre se eleva de forma a compensar essa perda.

“Ao perder líquido por outras vias, a urina fica concentrada. As substâncias que normalmente são excretadas acabam retidas, formando as pedras”, explica o nefrologista Daniel Rinaldi, presidente da SBN.

Além disso, se houver maior hidratação por conta do calor, o volume de água pode colaborar para a eliminação do cálculo, aumentando ainda mais o número de casos nessa época. Alguns estudos norte-americanos chegaram até a constatar a relação entre o aquecimento global e o aumento na prevalência do cálculo renal.

Um dos principais fatores do aparecimento das chamadas pedras no rim são as alterações metabólicas. Outras características, no entanto, podem levar à essa condição como histórico familiar, hábitos de vida, obesidade, resistência a insulina e alimentação inadequada.

“A formação é multifatorial e a dieta tem uma grande influência. Geralmente, 85% dos cálculos são de oxalato de cálcio, um mineral presente no metabolismo. A concentração desses cristais forma pedras. Quem tem maior ingestão de proteínas, carne, derivados do leite, verduras escuras tem índices de oxalato maior, por exemplo”, afirma Gustavo de Alarcon, urologista do Hospital São Luiz, em São Paulo.

Quem tem pedras no rim nem sempre sabe que elas estão lá. A dor , que começa como cólicas nas costas e pode irradiar para o abdome e até a raiz da coxa, aparece se o cálculo tiver um tamanho médio ou se estiver se movimentando dentro dos canais que ligam o rim à bexiga. Os sintomas também podem incluir náusea, sudorese, vômito, sangue na urina e sensação de bexiga cheia. Do contrário, a condição pode ser um achado em exames de rotina, durante um check-up, por exemplo.

Exames de imagem como a ultrassonoagrafia do rim e da bexiga são as principais ferramentas para confirmar o diagnóstico. Os especialistas alertam que o cálculo não deve ser negligenciado.

“Todo mundo conhece um amigo, ou um vizinho que já teve, então, acabam dando pouca importância. Mas a condição deve ser acompanhada com um especialista”, diz Alarcon.

Os tratamentos variam de acordo com o tamanho e a localização do cálculo e também com as condições do paciente. Em casos mais simples, a conduta é tentar levar à expulsão da pedra e minimizar os possíveis efeitos colaterais com analgésicos, soro ou antiespasmódicos (que inibem a contração de algumas musculaturas do corpo). No entanto, uma parcela da população não consegue eliminar o problema ou ainda tem doenças associadas como a diabetes ou a hipertensão. Nesses casos, a cirurgia – hoje um procedimento minimamente invasivo – é recomendada.

Chás caseiros?

Basta uma pequena pesquisa e é possível se deparar com uma enorme quantidade de chás vendidos para o combate à pedra no rim. O mais famoso deles é o “quebra-pedras”. Os médicos, no entanto, afirmam que a ajuda dos chás no combate à litíase renal está muito mais ligada a um maior aumento no consumo de líquidos do que propriamente nos princípios ativos das plantas.

Aumentar a hidratação, principalmente no verão, é uma das medidas mais eficazes de evitar a formação de cálculos. 

quarta-feira, 13 de março de 2013

Dia Mundial do Rim em 14/03/2013


No próximo dia 14/03 será comemorado mais um Dia Mundial do Rim. Serão realizadas atividades em todo o mundo reforçando o papel fundamental dos rins na manutenção do equilíbrio do nosso organismo. Os rins removem os produtos indesejados do corpo (lixo) filtrando o sangue como uma máquina de lavar. A cada dia 180 litros do nosso sangue são filtrados e o sangue é lavado continuamente.
O tema da campanha de 2013 será: “Pare de agredir seu rim”.
A doença renal é uma enfermidade complexa e fatal.
Estudos populacionais em diferentes países têm demonstrado prevalência de doença renal crônica de 7,2% para pessoas acima de 30 anos e 28% a 46% em indivíduos acima de 64 anos.
Mesmo em estágios iniciais, a chance de morrer por doença cardiovascular é 46% maior em portadores de doença renal, sendo de 136% no estágio moderado da doença. Já nos pacientes em diálise, a mortalidade eleva-se de forma assustadora: uma pessoa de 30 anos tem a mesma chance de morrer que uma de 80 anos.
No Brasil, cerca de dez milhões de pessoas têm alguma disfunção renal. A prevalência de doença renal crônica é de 50/100.000 habitantes, inferior ao que é visto nos Estados Unidos (110/100.000) e no Japão (205/100.000), o que sugere que seja uma doença subdiagnosticada no nosso meio.
De acordo com o último censo da Sociedade Brasileira de Nefrologia existem em torno de 100 mil brasileiros em diálise, com uma taxa de internação hospitalar de 4,6% ao mês e uma taxa de mortalidade 17% ao ano. A grande maioria dos pacientes falece sem sequer ter acesso a essa terapia, por falta de diagnostico.
O custo anual somente com a terapia renal substitutiva é mais de dois bilhões ao ano.
As principais causas de perda da função renal no nosso meio são a hipertensão arterial (35% das causas), diabetes mellitus (28,5%) seguidas das glomerulonefrites (11,5%).
Outro dado alarmente segundo o Vigitel 2011, considerando a população brasileira maior de 18 anos, 23% é hipertensa, 5,6% diabética, 18% fumante, 48% estão com excesso de peso e 16% são obesos (IMC>30 Kg/m²). Todos estes são fatores de risco que contribuem para a perda de função renal.
Em 2012 foram realizados 5.385 transplantes renais no Brasil, sendo 1.488 de doadores vivos e 3.897 de doadores falecidos. Estima-se que em torno de 32.000 pacientes estão na fila de espera aguardando um transplante renal. O diagnóstico precoce pode conter o avanço da doença.
A doença renal crônica pode ser facilmente diagnosticada por meio de um exame de urina e da dosagem de creatinina no sangue e pode ser efetivamente tratada, retardando a progressão da doença e reduzindo as mortes e os custos.
No dia Mundial do Rim serão reforçadas as seguintes questões básicas:
1) Você tem Pressão Alta?
2) Você tem Diabetes?
3) Você está acima do peso?
4) Você tem mais de 50 anos?
5) Tem doença renal na família?
6) Você costuma tomar remédio sem orientação médica/?
O fato de responder sim a uma destas gestões deve-se perguntar ao seu médico se seus rins estão OK.
As oito regras de ouro da campanha mundial:
1) Saiba sua pressão arterial.
2) Controle o açúcar no sangue.
3) Faça atividade física.
4) Confira o seu peso e a sua dieta.
5) Beba água.
6) Não fume.
7) Não use remédios sem orientação médica.
8) PARE DE AGREDIR SEU RIM E FIQUE SABENDO: SEUS RINS ESTÃO OK?
Estão sendo programadas atividades em todo o território nacional, com mais de 300 localidades já cadastradas na Sociedade Brasileira de Nefrologia.
Serão realizados atendimentos à população, com verificação de pressão arterial, medidas de glicemia capilar e exames de fitas de urina para a detecção de sangue e albumina (proteína). Será distribuído material informativo e haverá palestras dirigidas à população abordando as funções dos rins, as principais situações de agressão renal, e principalmente orientações de como prevenir as lesões renais.
Estaremos incentivando também a iluminação dos principais monumentos, edifícios públicos e marcos históricos na cor amarela ouro, escolhida como a cor da campanha deste ano.
Na cidade de São Paulo estão programadas atividades de atendimento e orientação à população em 13 Unidades Básicas de Saúde (UBS) e no Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE). Está previsto o atendimento de pelo menos 400 pessoas em cada UBS e 1.200 no HSPE.
Outra expectativa é que nesta data seja lançado o Plano de Cuidados da Linha Renocardiovascular, plano este que vem sendo elaborado em conjunto com o Ministério de Saúde e a Sociedade Brasileira de Nefrologia, visando atendimento integral do paciente portador de doença renal.
O acompanhamento destes pacientes deve ser realizado na Atenção Primária, com critérios de encaminhamento para os especialistas e com a criação da rede de acesso dialítico (acesso vascular e peritoneal) com integração com a rede de internação hospitalar.
O papel fundamental neste Dia Mundial do Rim será a orientação da população e a conscientização da classe médica e de nossos gestores sobre a importância da prevenção das doenças renais e do diagnóstico precoce.
Não podemos continuar vivenciando esta dura realidade onde em torno de 75% dos pacientes que iniciam a terapia renal substitutiva desconhecem a sua doença.

PARE DE AGREDIR SEU RIM; SEUS RINS ESTÃO OK?

Fonte: http://www.sbn.org.br/pdf/release.pdf

terça-feira, 12 de março de 2013

Câncer pode ter relação com o ambiente de trabalho, revela pesquisa



O estudo foi feito no Brasil e apontou 19 tipos de tumores malignos que podem ter relação com as profissões. Entre eles o câncer de bexiga, cérebro, fígado, leucemias, câncer de mama e pulmão.

 

Tem uma palavra que ninguém gosta de ouvir: câncer. Dá pra se prevenir? Como garantir a saúde?
Uma pesquisa feita aqui no Brasil relacionou os tipos de câncer ao ambiente de trabalho de cada profissão. Agora, os médicos querem que todo mundo se informe, para poder se proteger.
Câncer é uma palavra que ninguém gosta de ouvir. Dá para se prevenir? Como garantir a saúde? Uma pesquisa feita no Brasil relacionou os tipos de câncer ao ambiente de trabalho de cada profissão. Agora, os médicos querem que todo mundo se informe para poder se proteger.
O trabalho coordenado pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca) apontou 19 tipos de tumores malignos que podem ter relação com o ambiente de trabalho, entre eles, câncer de bexiga, cérebro, fígado, leucemias, câncer de mama e pulmão.
O levantamento reuniu as últimas pesquisas mundiais sobre câncer relacionado ao trabalho. Foram quase quatro anos juntando informações e estatísticas que mostram os riscos a que determinados trabalhadores estão expostos, muitas vezes sem saber.
Pessoas que trabalham em contato com solventes, agrotóxicos, com poeiras de carvão, metal e madeira, por exemplo, sofrem mais perigo.
Estudos europeus já constataram que de cada dez casos de câncer de pulmão, um é causado pela exposição durante o trabalho. Exemplo disso são as pessoas que mexem com amianto, usado na fabricação de telhas e caixas d’água. O câncer de pele é o que tem mais relação com as profissões, segundo o Inca. Gente que trabalha exposta ao sol sem se proteger.
De acordo com as pesquisas, 4% dos cânceres no mundo estão relacionados a exposições na profissão. No Brasil, esse percentual significa 20 mil novos casos da doença só este ano. Mas para alguns grupos de trabalhadores o risco é muito maior e a ocupação profissional pode responder por até 40% dos novos casos.
O diretor geral do Inca acredita que o levantamento estimule os profissionais de saúde a registrar as condições de trabalho dos pacientes e dessa forma gerar estatísticas nacionais.
“Há uma lacuna importante de informações em relação ao ambiente de trabalho e determinados fatores de risco que podem estar associados ao aparecimento do câncer”, comentou o diretor-geral do Instituto Nacional do Câncer, Luiz Antônio Santini.

sexta-feira, 8 de março de 2013

PARABÉNS A TODAS AS MULHERES PELO SEU DIA!!


CEREST Ubá visita Dores do Turvo no Dia Internacional da Mulher


No dia 8 de março de 2013, o CEREST esteve em uma capacitação no município de Dores do Turvo e aproveitou a oportunidade para homenagear as mulheres presentes pelo Dia Internacional da Mulher. Encontravam-se no local, Enfermeiras e Agentes Comunitárias de Saúde do município, e estas receberam como homenagem, um cartão e um bombom. Uma rosa também foi sorteada, simbolizando a delicadeza que permanece em cada mulher, mesmo diante das lutas diárias.

Especial Dia Internacional da Mulher - 2

Mulheres deixam estereótipos de lado na hora de escolher profissão



As mulheres completam 81 anos do direito de votar agora em 2013, mas as conquistas que podem ser comemoradas neste Dia Internacional da Mulher vão muito além. A cada ano, elas se firmam em profissões que antes eram tidas apenas como masculinas e mostram que não é preciso deixar a delicadeza e a vaidade de lado para exercer essas funções. É preciso, como em tudo, se dedicar e gostar do que faz.

Em uma fábrica de móveis de madeira na Região Metropolitana do Recife (RMR), nove dos 42 funcionários são mulheres, sendo que seis delas trabalham diretamente na linha de produção - há um ano, havia apenas uma funcionária. O aumento do número de mulheres é justificado. “Homem muda muito, as mulheres são mais estáveis na função. São mais focadas também, os rapazes querem ir ao banheiro e conversar toda hora. Acho que vamos começar a ter mais mulheres do que homens”, pondera o diretor da fábrica, Henrique Revoredo.

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Dividindo-se entre cuidar dos filhos e o trabalho com a madeira, a auxiliar de produção Cristiane Ferrer diz ter se encontrado na atual função - estava trabalhando em um lava-jato quando surgiu a oportunidade. "Eu sempre fui 'jeitosa' com as coisas em casa, adoro trabalhar com madeira", conta Cristiane, que fez questão de tirar a touca que protege o cabelo durante o trabalho na hora da foto. "Com touca não dá, fica feio", afirma.
Também trabalhando na linha de produção, Geane Sheila acredita que não há diferença entre homens e mulheres. "O importante mesmo é a gente fazer o que gosta, aproveitar as oportunidades que aparecem", afirma Geane. "Elas dão muito menos dor de cabeça, são mais cuidadosas. A gente vê que elas têm um carinho com a madeira que os homens não têm", defende o gerente da fábrica, Petrúcio Luiz Filho.


Foi por buscar fazer o que gostava que Severina Pessoa foi trabalhar como mecânica de automóveis. "Eu sempre gostei de carros. Estava trabalhando revendendo veículos quando um quebrou na minha mão, no meio da estrada para Pombos, e tive que consertar", lembra Severina. Depois disso, ela resolveu montar uma oficina, que funciona desde 1989, próximo a um terminal de ônibus, em Jaboatão dos Guararapes, na RMR. "Meu marido olhou para mim, sem acreditar, mas sempre me apoiou", conta, orgulhosa.

O caminho não foi fácil, muitas pessoas desconfiaram da capacidade de Severina em consertar um carro, mas a mecânica não guarda mágoa, apenas histórias com as quais se diverte. "Chegava gente e logo perguntava se não tinha um homem. Eu dizia que tinha, já vinha. Aí olhava o carro, falava qual era o problema e saía. A pessoa ficava só olhando, desconfiada", relembra, bem humorada.
Prestes a completar 60 anos, Severina não quer saber de parar de trabalhar, nem de divisão entre homens e mulheres nos trabalhos. "Não tem essa de trabalho de homem e de mulher. O que tem é você gostar. Eu mesma só ensino o trabalho a quem gosta", avisa a mecânica, que já tem a filha, Tatiana, trabalhando junto de si. "Quando eu me for, vai continuar tudo igual aqui, já que ela vai assumir", ri Severina.
Tanta dedicação da mãe é sinônimo de motivação para a filha, que desde pequena circula pela oficina. "Minha mãe é uma batalhadora, muito forte. Ela é uma inspiração, tem muita gente aí que não tem a força dela. Trabalhei um tempo fora, com baterias, mas voltei para trabalhar do lado dela", diz Tatiana.
Vaidosa, a matriarca faz questão de trabalhar arrumada, brinco, cordão, cabelo bem preso e batom, cuidado que a filha também tem. "Eu só não faço as unhas da mão porque o óleo do motor tira o esmalte na hora, mas tenho que estar bem arrumada", acredita. Devido ao macacão, já foi chamada de Pereirão na rua, em referência à personagem de Lília Cabral na novela "Fina Estampa'. "É divertido, levo na boa", conta.

Com três filhos criados, sendo duas mulheres, Severina lembra que é preciso se dedicar sempre ao trabalho, independentemente da profissão escolhida. "A vida foi a minha escola. Você tem que buscar conhecer bem com o que está trabalhando, não posso ver um carro que não conheço que já peço para olhar, analisar. As baterias que vendo aqui, fui na fábrica ver como eram feitas", explica Severina.

Durona
É assim que se define a professora de boxe Wha-Li Wang - "aportuguesado" para Ruilí, 41 anos. "Sou durona em casa e no trabalho", afirma. Filha de um chinês com uma japonesa, ela nasceu no Recife e conheceu seu atual marido em uma academia, aos 16 anos. "Ele era meu professor de taekwondo. 'Bateu' na hora. Um ano depois nos casamos e, no ano seguinte tive um filho", contou. Hoje, são três rebentos, dois meninos e uma menina.

Após o casamento, Wha-Li dedicou-se ao lar. Há 11 anos, resolveu voltar aos treinos, agora, de kickboxing kyokushinkaikan, uma modalidade inspirada no karatê japonês. Virou faixa preta na arte marcial. "Há três anos dou aula de boxe. Nunca senti preconceito por ser mulher nessa profissão, porque as pessoas conhecem meu trabalho e sabem que eu sei o que estou fazendo", assegura.

Entre os alunos, a maioria é homem. "A verdade é que as meninas, geralmente, não aguentam o ritmo dos treinos. E os meninos nunca faltaram o respeito comigo, porque sou séria no trabalho, faço cara de má. E, se fizerem alguma indisciplina, mando pagar 20 flexões", brinca a professora. "No começo, eu estranhei o professor ser uma mulher. A primeira aparência é que ela vai pegar mais leve, mas é o contrário. Tive que dar o braço a torcer", admite o aluno Dinarte Carvalheira.
Na hora de posar para as fotos, ela capricha na cara de brava. Depois que confere o resultado, o riso aparece: "saí com a cara gorda", "o cabelo está tão curto." Coisas de mulher, que nem um esporte "durão" é capaz de reprimir. Tanto é que, debaixo das luvas, há unhas bem pintadas de azul claro. "A gente não pode perder a feminilidade nunca", comenta.

Mesmo dando aulas de boxe, Wha-Li não abandonou os afazeres domésticos. É uma espécie de Amélia moderna. "Continuo fazendo tudo em casa, não tenho empregada. Sou perfeccionista, quero tudo do meu jeito. Também controlo de perto os meus filhos. Sou bastante autoritária. Também não podemos dar moleza aos homens, ao marido. Só não posso dar um soco nele quando tenho raiva porque ele é mais graduado que eu", explica, aos risos.

Fonte: http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/2012/03/mulheres-deixam-estereotipos-de-lado-na-hora-de-escolher-profissao.html

Na foto: Cristiane (tirada por Katherine Coutinho / G1)

quinta-feira, 7 de março de 2013

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Fecebook do CEREST Ubá

Especial Dia Internacional da Mulher - 1

         MÃES TRABALHADORAS E SEUS DIREITOS



O aleitamento materno é de fundamental importância para mãe e filho, pois além de estimula o vínculo afetivo, ainda fortalece o sistema imunológico do bebê, proporcionando um crescimento mais saudável.
Nos primeiros seis meses de vida a amamentação deve ser dedicada à criança de forma exclusiva, e somente após este período deve-se introduzir outro tipo de alimento. 
Para que isso ocorra de maneira tranquila e saudável, as mães que trabalham, visto que nos dias de hoje o mercado de trabalho é formado em grande parte por mulheres, devem procurar saber dos seus direitos, das leis que protegem a gravidez e a amamentação, para que esse momento tão importante seja resguardado. 

DIREITOS DAS MÃES TRABALHADORAS

 Atualmente, as mulheres brasileiras empregadas no mercado formal de trabalho têm vários direitos garantidos legalmente, como:
• Quatro meses de licença de maternidade remunerada. 
• Quando retornam ao emprego, têm direito a dois intervalos de 30min para amamentar o bebê, até que ele complete seis meses. 
·As empresas onde trabalham pelo menos 30 mulheres, com mais de 16 anos de idade, estão obrigadas a providenciar local adequado para o cuidado dos filhos das funcionárias durante o período de amamentação, dentro da própria empresa ou mediante convênio com instituições apropriadas.
·Dispensa de trabalho para se deslocar a consultas pré-natais pelo tempo e número de vezes necessárias e justificadas.
·Ver adaptadas as condições de trabalho para evitar a exposição a riscos.
·Ser dispensadas de prestar trabalho noturno durante 112 dias antes e depois do parto, dos quais metade antes da data do parto. A dispensa poderá, também, verificar-se durante o restante período de gravidez e durante a amamentação, mediante apresentação de atestado médico.

     
  DICAS:
·Peça alguém para levar seu bebê até seu local de trabalho para que seja amamentado.
· Veja na empresa a possibilidade de você ter horários flexíveis.
·Coloque na empresa em que trabalha sobre a importância da amamentação, que isso é fundamental para que seu filho não adoeça e você falte menos ao trabalho.


Fonte: http://www.uff.br/psienf/amamentacaoemaetrabalhadora.pdf
http://hypescience.com/22899-mae-que-trabalha-fora-dicas/

quarta-feira, 6 de março de 2013

O Acidente de Trânsito



O acidente de trânsito é uma ocorrência que afeta diretamente o cidadão, porquanto a esse são impingidos aspectos relacionados com a morte, com a incapacitação física, perdas materiais, podendo provocar sérios comprometimentos de cunho psicológico, muitas vezes de difícil superação.
Os Enfoques da Segurança:

Como forma de enfrentar tão complexa situação, são empregados três abordagens, que envolvem:
1) a educação, no sentido de instruir os usuários quanto às formas adequadas e seguras de utilização das vias públicas;
2) a engenharia, no sentido de, por um lado, prover o sistema viário de elementos tais que possibilitem a movimentação de veículos e pessoas com fluidez, conforto e segurança, e, por outro, aprimorar a segurança e desempenho dos veículos automotores; e,
3) a aplicação das leis, mormente no tocante ao código de trânsito. 


Atitudes que fazem a diferença no trânsito. Quais são os direitos e deveres de pedestres, ciclistas e motociclistas?

Direitos do pedestre:
- Usar faixas, calçadas e passarelas com segurança;
- Atravessar as vias sobre a faixa de segurança após sinalizar pedindo passagem;
- Aguardar o sinal verde nos locais onde existe semáforo de pedestre. Onde não houver semáforo de pedestre aguardar a parada de veículos;
- Concluir a travessia com segurança em caso de mudança do sinal do semáforo.

Deveres do pedestre:
- Olhar para os dois lados antes de atravessar uma via;
- Aguardar a passagem do veiculo ou que ele pare;
- Atravessar sempre em linha reta, pisando firme sem correr;
- Atravessar sempre para os dois lados;
- Olhar atentamente para os lados ao descer de um carro ou ônibus e esperar sempre que o veículo saia então para atravessar a via;
- Atravessar sempre andando na faixa de pedestre;
- Contribuir para um trânsito seguro, para a preservação do meio ambiente e para a paz no trânsito

Ao atravessar uma via, o pedestre não deve:
- Atravessá-la alcoolizado;
- Brincar ou fazer zigue-zague por entre os carros;
- Ler ou utilizar o telefone celular;
- Discutir ou conversar sem olhar para os lados;
- Atravessar a via correndo sem olhar para os lados;
- Andar olhando para trás
- Atravessar entre dois veículos que estejam estacionados;

É expressamente proibido ao pedestre:
- Permanecer ou cruzar pistas ou viadutos, pontes ou túneis salvo onde exista permissão e sinalização;
- Atravessar a via dentro das áreas de cruzamento sem sinalização;

Direitos do motociclista:
- Trafegar em vias seguras e sinalizadas, com infraestrutura adequada;
- Ter a disposição, equipamentos de segurança acessíveis e seguros, com preços baixos;
- Ter acesso a informações sobre direção defensiva;

Deveres do motociclista:
- Usar sempre e de forma correta o capacete e exigir que o seu carona ou passageiro também use;
- Utilizar sempre capacetes que tenham o selo do Inmetro e estejam de acordo com a legislação de trânsito. Capacetes pequenos chamados “coquinhos” são proibidos, porque não protegem em caso de colisão ou queda;
- Conduzir motocicleta com faróis ligados durante o dia e a noite;
- Não dirigir depois de consumir qualquer bebida alcoólica.

Como aumentar a sua proteção no trânsito e evitar acidentes?
Roupas adequadas:
- As botas protegem contra impactos e evitam que os pés permaneçam molhados por longo tempo;
- As jaquetas e calças (confeccionadas com material adequado) protegem em caso de queda e chuva;
- As luvas também protegem as mãos em caso de queda

Comportamentos, atitudes e práticas seguras:
- Manter a moto em boas condições para transitar com segurança;
- Pilotar em posição correta para assegurar um maior equilíbrio;
- Levar na garupa somente pessoas acima de 7 anos e com o capacete adequado;
- Trafegar apenas com um carona ou passageiro na moto;
- Respeitar a velocidade máxima permitida nas vias;
- Respeitar os limites de velocidade;
- Respeitar pedestres e parar antes das faixas de segurança;
- Não dirigir depois de consumir qualquer bebida alcoólica
- O uso correto do capacete reduz em 70% as lesões causadas em acidentes de trânsito.

Direitos do ciclista:
- Trafegar em vias seguras e sinalizadas, com infraestrutura adequada;
- Ter a disposição, equipamentos de segurança acessíveis e seguros, com preços baixos;
- Ter a disposição, ciclovias ou ciclofaixas;

Deveres do ciclista:
- Trafegar nas ciclovias e ciclofaixas. Onde elas não existirem, andar próximo ao meio-fio;
- Afastar-se ao máximo do fluxo de veículos quando trafegar acostamento das vias;
- Trafegar sempre no mesmo sentido dos veículos;
- Prestar atenção as curvas, cruzamentos e pontos de ônibus;
- Ter cuidado ao passar por carros estacionados: as portas podem se abrir e causar acidentes;
- Nunca pegar carona na traseira dos veículos;
- Usar roupas claras a noite, para ficar mais visível aos motoristas;
- Sinalizar suas manobras: virar à direita, à esquerda ou parar;
- Quando em grupo, seguir sempre em fila única;
- Usar capacete;
- Lembrar sempre que joelheiras, cotoveleiras e luvas reduzem o impacto e o risco de ferimentos graves e que devem ser usados;
- Utilizar adesivos reflexivos na roupa e na bicicleta;
- Não andar de bicicleta depois de consumir qualquer bebida alcoólica

Equipamentos obrigatórios para todas as bicicletas:
- Campainha;
- Espelho;
- Refletores dianteiros, traseiros e nos pedais.